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zekatraca
 


Zekatraca, 20 anos pela nossa cultura

Zekatraca, 20 anos pela nossa cultura

 

 

Voltamos das férias festejando os 20 anos de existência dessa coluna. Tudo começou no Jornal A Tribuna que era dirigido pelo Dr. Rochilmer Melo da Rocha e foi justamente o Dr. Rochilmer quem, me convidou para escrever uma coluna sobre carnaval, isto no final do ano de 1986, o carnaval era o de 1987. Não sei se deu pra entender. Acontece que naquela época, a movimentação nas agremiações carnavalescas começavam a partir do mês de setembro. Bom! O jornal Estadão começou a publicar uma coluna sobre carnaval, assinada por tal de Pierrô (depois ficamos sabendo que o Pierrô era jornalista Vinicius Danin) e para não ficar por baixo, A Tribuna resolveu concorrer com o rival, e me convidou para escrever sobre carnaval, na época eu estava com um programa na Rádio Caiari e como o trabalho na rádio era a noite, não tinha porque não aceitar o convite, só que, de acordo com a idéia do Dr. Rochilmer, teríamos que arranjar um pseudônimo para assinar a dita coluna, pesquisa daqui, pesquisa dali, até que em conversa com meu amigo Manelão (da Vai Quem Quer), ele sugeriu o nome ZEKATRACA. Zekatraca era o nome de um bloco de sujo que a gente colocava na rua, saindo do bar do Casimiro e que havia parado de desfilar pela criação do Bloco do Bode que saia do mesmo local e envolvia os mesmas pessoas. Levei a idéia ao diretor do jornal que aprovou o nome.

No inicio pouca gente sabia quem era que escrevia o Zekatraca, na realidade não mais que umas dez pessoas sabiam quem era o Zekatraca. Por causa desse anonimato muitos fatos que podemos chamar de pitoresco aconteceram. Teve gente que veio reclamar e até “esculhambar” o Zekatraca para a gente sem saber que estava falando com o próprio.

Por motivos que não sei explicar o jornal A Tribuna deixou de circular e então fomos convidados pelo Everton Leone para colocar a coluna no Jornal O Guaporé que tinha como editor o Sergio Pires, do Guaporé fomos para o Estadão e em 1994 o seu Emir Sfair de saudosa memória, nos convidou para ingressar nas fileiras do Diário da Amazônia e aqui estamos até hoje.

Foi aqui no Diário da Amazônia que o Zekatraca passou a ser publicado durante o ano todo, antes, como já disse, era apenas nos meses que antecediam o carnaval até o mês de março um domingo após o carnaval.

Nesse 20 anos, fomos agraciados com vários prêmios, mas, o que mais nos honra é a preferência dos leitores pela nossa coluna.

Agradecemos primeiramente a Deus e depois aos leitores, aos proprietário e diretores da empresa Diário da Amazônia em especial o seu Acir (fã inconteste do Zekatraca), aos colegas, de trabalho, aos meus familiares, aos amigos e mais uma vez, especialmente, aos leitores. Muito obrigado



Escrito por zekatraca às 23h22
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Noel Rosa nas Caixas D´água

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Data: 02.04.2007 - Hora: 22:20

Local: PVH

Noel Rosa nas Caixas D´água Com Gioconda & Sandro Bacellar A noite de sábado passado, foi especial para quem se deslocou até a Praça das Caixas D´água, local escolhido pelos músicos/cantores, Gioconda & Sandro Bacellar para mostrar o trabalho registrado no CD “Pirarublue Canta Noel”, uma homenagem aos 70 anos da morte do poeta da Vila, Noel Rosa. Sandro e Gioconda, são dois rondonienses de Porto Velho que há sete anos, resolveram investir na carreira artística e então partiram para São Paulo onde se estabeleceram de mala cuia e musicalidade na paradisíaca Campos de Jordão. “A História do Noel Rosa começou, quando fomos convidados por um empresário da noite, a participar de um projeto onde cada artista assumia o compromisso de se apresentar cantando ou interpretando as músicas de um grande compositor, muitos cantores da noite foram selecionados e o proprietário da “Casa”, realizou um sorteio para ver quem interpretaria quem, e nós fomos escolhidos para apresentar as músicas do Noel Rosa”, conta Sandro Bacellar. Essa felicidade, tanto para a dupla como para nós simples mortais, aconteceu a três anos numa Casa Noturna da Vila Madalena em São Paulo. Entre tantos talentos e compositores famosos apresentados, o trabalho da dupla portovelhense se destacou tanto, que, o que era para ser uma vez, passou a ser apresentado duas vezes por mês e ainda gerou o CD “Pirarublue Canta Noel”. Para a felicidade de quem mora em Porto Velho, os artistas vieram visitar parentes e aproveitando a estadia, resolveram mostrar para os conterrâneos, as Músicas do CD. Graças à prefeitura de Porto Velho através da Fundação Iaripuna que tem a frente o Julio Yriarte, podemos apreciar um show muito bem produzido, sábado passado na Praça das Caixas D´água. Logo no inicio, uma brisa (para nós caboclos da Amazônia é chuvisco), achou de cair dando a impressão que o show não iria prosseguir, mas realmente foi apenas “chuvisco” e a dupla pode mostrar acompanhada pelos músicos, Lopes (bateria); Bado (violão), Paulo Humberto (Flauta); Aldizio (cavaquinho) e Carlos Guery (teclado), um trabalho de primeira linha como há muito não se apreciava na capital rondoniense. A praça, de repente foi ficando cheia de populares e a cada música os aplausos ecoavam pelo bairro Caiari. O importante, foi que os cantores não subiram ao palco, apenas para cantar as músicas, eles contaram fatos que envolveram a vida (agitada) de Noel Rosa. De Feitiço da Vila a Pastorinhas a viagem passou por clássicos como Conversa de Botequim; Fita Amarela; Com que Roupa, Último Desejo; com destaque para o arranjo do clássico “Feitio de Oração”. A dupla que chegou a Porto Velho no dia 28 de fevereiro aniversário do Sandro, festeja hoje dia 3, o aniversário da Gioconda e amanhã se apresenta na região dos Lagos no Rio de Janeiro. O CD Pirarublue Canta Noel, pode ser adquirido nas lojas de disco de Porto Velho,



Categoria: Evento
Escrito por zekatraca às 23h20
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História de Porto Velho contada pelo Emmanuel

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Data: 02.04.2007 - Hora: 21:17

Local: PVH

História de Porto Velho contada pelo Emmanuel Sexta feira passada, a Casa de Cultura Ivan Marrocos recebeu grande público durante o lançamento do livro “Porto Velho – A cidade erguida nos trilhos da esperança”, escrito pelo professor Emmanuel Gomes e ilustrado pelo artista plástico Joeser Alvarez. A publicação é parte do Projeto da Cortez Editora, que convidou historiadores para contar a história da capital de seus estados. A história de Porto Velho é a nona a ser lançada. Com um texto muito bem elaborado e de fácil compresnsão por parte do público alvo (infanto/juvenil), o livro de Emmanuel encanta os adultos pela riqueza de informações sobre a história da cidade que nasceu, graças à construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Escrito na primeira pessoa, nos passa a intimidade da cidade, contada por ela mesma. “Eu nasci na beira do Rio Madeira, ao redor de uma ferrovia construída no meio da floresta amazônica”. A festa contou com apresentações artísticas com show de cantores e dança do ventre. O evento foi prestigiado pelo Editor Amir Piedade da Cortez Editora e teve como produtores, os proprietários da Loja do Livro. Porto Velho, na página final conta: “Hoje sou a capital do Norte do Brasil que mais se desenvolve, tenho mais de 450 mil habitantes, um porto de muitos sonhos, aventuras e esperanças, pessoas acolhedoras e paisagens lindas: o pôr-do-sol nos mirantes, a Madeira Mamoré, a Praça das Caixas D´água, o rio Madeira. Fico feliz com a minha trajetória, pois fui forjada na luta de gente de todos os lugares do Brasil e do mundo, lutadores que vencem problemas terríveis. Hoje sou Porto Velho, o mais belo porto da Amazônia”.



Categoria: Evento
Escrito por zekatraca às 23h18
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Campeã do Grupo Especial 2007

São João Batista campeã do Grupo Especial

 

Com o tema de “Caiari a Madeira – Um Amigo Cheio de Energia”, a escola de samba Acadêmicos do São João Batista conquistou o título de campeã do Grupo Especial das escolas de samba filiadas à FESEC em 2007. A escola comanda pela presidente Francilene Barreto, foi a ultima agremiação a entrar na passarela do samba na noite de segunda feira (19) e quem esperou para vê-la passar não se arrependeu. A agremiação surgiu com uma comissão de frente muito bem coreografada pelo Orisvaldo Pereira da Silva o popular Bene, seguida do carro abre alas onde João José principal destaque da composição, mostrava uma fantasia super luxuosa, o que fez, muitos nas arquibancadas lembrarem os grandes desfiles de Pobres do Caiari e Castanheira. O samba enredo, de autoria de Silvio M. Santos, Silvio José Santos, Banana e Rogério, interpretado pelo Banana, Eraldo, Rogério, Edgley e Buzuga levantou o público das arquibancadas, camarotes e avenida, além de ser cantado por todos os brincantes da escola. Os efeitos especiais como revoada de papel picado e iluminação especial, também arrancaram aplausos da platéia presente na avenida, que apesar do horário (mais de uma hora da madrugada), permanecia super lotada. A bateria comandada pelo Mestre Cibalena mostrou porque é considerada uma das melhores de Porto Velho e mereceu a nota 10.

A Ala das Baianas, ponto alto da São João Batista, fazia a saia rodar ao som do refrão do samba, enquanto os integrantes do carro da cultura se destacavam pela beleza das fantasias de bumbá e quadrilha. Os mais de mil integrantes da azul e branco desfilaram com garra, mostrando a força da comunidade do bairro São João Batista que tem, na professora Francisca, no Salles, Moacir Lamego e tantos outros, como Dagmar, Rogério entre tantos, seus representantes maiores. “Não poderíamos deixar de elogiar o trabalho do artesão Flávio Lacerda responsável pela confecção e montagem das alegorias e o trabalho do carnavalco Elsio Anderson Silva Marinho e toda sua equipe”, agradece a presidente Francis.

A CLASSIFICAÇÃO geral ficou assim: Campeã Acadêmicos do São João Batista; Vice campeã, Diplomatas do Samba; 3ª Colocada Acadêmicos do Armário Grande e 4ª colocada Unidos da Rádio Farol que desce para o Grupo de Acesso.

 



Escrito por zekatraca às 23h37
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Campeã do Grupo de Acesso

Asfaltão vai desfilar no Grupo Especial

 

 

O enredo “Do lixo ao luxo – Reciclar para preservar a vida”, apresentado na noite de domingo (18), na passarela do samba em Porto Velho, deu a escola de samba Asfaltão o título de campeã do Grupo de Acesso da FESEC. Apesar dos problemas com a falta de sonorização adequada, a escola do bairro Santa Bárbara, desfilou com muita garra e determinação, mostrando que, se tomarmos a decisão de reaproveitarmos o que é considerado lixo, muito estaremos contribuindo para a preservação do meio ambiente em que vivemos.

O samba de Bainha, Macumba, Zé Baixinho e Oscar levantou a platéia que lotou todas as dependências da passarela “Edson Fróes”, que cantava com a escola o refrão; “Tem gente que vive do lixo, sobrevivência! Tem gente que dorme no lixo, não tem moradia! Tem gente que come do lixo, meu Deus clemência! Tem gente que é o lixo, que agonia!”...

Da comissão de frente a ala das baianas, da bateria as alegorias e das alas de enredo a diretoria, a escola que tem como mascote a figura do Tigre, empolgou durante os 50 minutos de desfile. A bateria comanda pelo Mestre Admilson foi um show a parte, principalmente nas famosas “paradinhas” que seguia uma seqüência de convenções dentro da melodia do samba enredo.

Asfaltão que há alguns anos não se apresentava para o público de Porto Velho, voltou e voltou com sede de encantar a todos.

No próximo ano, a escola que tem além do presidente Reginaldo Macumba o Waldison Pinheiro – Misteira, Zé Baixinho, Oscar, Nazira, Silvia, Vanilce, Vilma, Fernando Chapéu e esposa, Bainha e muitos outros diretores, vai desfilar pelo Grupo Especial da FESEC. “Aproveitamos a oportunidade para agradecer as pessoas que acreditaram no nosso trabalho, entre elas o companheiro Pitaluga em nome do qual agradecemos a todos”, lembra o presidente Macumba.

 



Escrito por zekatraca às 23h36
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A parada de 7 de setembro

ofuscou a fumaça das queimadas

 

 

 

Não, você não está lendo o título errado não! Acontece, que se eu soubesse, que os desfiles de Sete de Setembro deste ano em Porto Velho fossem tão desorganizados, como foram, não teria saído de casa, para prestigiar a “parada”. Nossas autoridades continuam tratando nosso povo com o maior descaso, sem respeito algum para com a população.

A programação da semana da Pátria esse ano, foi a mais mal divulgada, basta lembrar que sua abertura, no dia 1º, em frente ao palácio Presidente Vargas contou apenas com a presença de uns quatro gatos pingados. Pouco foi divulgado a respeito do local onde aconteceriam os desfiles militares/escolares no dia Sete e quando divulgaram, não o fizeram com clareza. Muitas pessoas ficaram sabendo que o evento estava acontecendo no Espaço Alternativo na hora de descer do ônibus. O que mais se ouvia na avenida era o seguinte: “Só vim porque pensava que era ali próximo a Tiradentes como foi no ano passado”, outros se programaram para assistir a “parada”  no local onde aconteceu o Trem de São João. “Pensei que ia ser ali onde as quadrilhas se apresentaram sábado passado”.

A desorganização foi tanta, que nem mesmo os policiais escalados para orientar a população na entrada do Espaço Alternativo, sabiam em qual lado da avenida aconteceriam os desfiles, uns mandavam o povo seguir pela pista da direita e outros pela da esquerda.

Os ônibus paravam no Policlínica Oswaldo Cruz e dali, até o local dos desfiles, era preciso caminhar aproximadamente três quilômetros e mais, quando se chagava ao local, não se tinha a certeza de ver alguma coisa, pois não tinha arquibanca. Colocaram uns toldos que mal abrigavam 50 pessoas e nada mais.

O pior de tudo foi o sentido dos desfiles. A coordenação programou o perímetro dos desfiles entre um retorno que existe mais pro lado do aeroporto (no sentido HB/Base Aérea) e montou o palanque das autoridades a pouco menos de 100 metros do local do inicio, resultado, assim que começavam os desfiles, terminavam. A maioria dos colégios, desfilaram sem qualquer som, quer dizer na base do “um dois, um dois”, tanto que a fanfarra do Colégio Carmosina teve que voltar, apenas para dar suporte a algumas escolas. De repente o locutor oficial anuncia o fim dos desfiles e logo a seguir se apresentam mais dois colégios, o Brasília e o Tancredo Neves, quer dizer, nem mesmo a programação oficial estava correta.

Se eles (os coordenadores), programasse a concentração das Forças Armadas e dos colégios pela Lauro Sodré com os desfiles acontecendo pelo Espaço Alternativo sentido aeroporto Hospital de Base, com certeza, teriam sido aplaudidos, pois a maioria do povo presente, teria a oportunidade de aprecia-los.

Do jeito que aconteceu, até a fumaça que está embaçando a visibilidade na cidade de Porto Velho, ficou ofuscada com tanta desorganização.

 



Escrito por zekatraca às 09h11
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A conspiração dos doutores

 

Contratado para eliminar os cabeças do PCC, de repente, O Doutor se viu num beco praticamente sem saída, já que teria também que eliminar os presidentes do Brasil, Venezuela e Bolívia.

Assim se desenrola o conto “O Doutor” publicado na revista Playboy, edição em comemoração aos seus 31 anos, escrito pelo Mestre em literatura pela Universidade de Santa Catarina, o jornalista de 38 anos Robinson dos Santos. Tudo poderia ficar por isso mesmo, caso o Robinson em pauta, não fosse o Editor do Diário da Amazônia. O Doutor bem poderia passar despercebido pelo leitor da Playboy que pouco se interessa pelo conteúdo (dos melhores) literário da revista, ainda mais, que na edição em apreço, quem ilustra a página central, é nada-mais-nada-menos que a Flávia Alessandra uma das globais mais cobiçadas (pelo diretores de novela) do momento. Ali está o conto escrito pelo Robinson dos Santos com ilustrações do Benício, com uma trama, que só as grandes cabeças podem imaginar e colocar no papel.  “O Doutor é um conto de espionagem que mistura PCC, Copa do Mundo, Hugo Chaves e os misteriosos “doutores”.

Num momento em que Rondônia vive uma verdadeira guerra de “sabotagem”, onde estamos assistindo nos meios de comunicação, seu nome sendo achincalhado, enlameado e jogado na fossa, pelos dirigentes dos seus três poderes, nada mais salutar, do que abrir uma revista internacionalmente famosa, como é a Playboy e poder ver e ler, que uma pessoa que aqui reside e ainda por cima, dirige o jornal onde trabalhamos, O Diário da Amazônia, em destaque e ainda ficarmos sabendo através da revista, que o Robinson dos Santos tem em sua bagagem os livros “Diário de um intelectual à Deriva” e “Souvenir Iraquiano”.

Esperamos que “O Doutor” personagem do conto do Robinson que no final, por se negar a matar os presidentes da Bolívia, Venezuela e Brasil foi vítima, do que chamamos de “A conspiração dos doutores”, ressuscite em novo trabalho literário do autor e venha a Rondônia, eliminar os que transformaram nosso estado, “Num estado, em estado de calamidade moral”.

Leia O Doutor – Página 122 da Playboy



Escrito por zekatraca às 23h26
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Zekatraca-

http://zekatraca.zip.net

Data: 05/08/2006 - Hora: 5:12

Local: Blog

DUELO DA FRONTEIRA Festa da toada do Bumbá Flor do Campo é hoje O Bumbá Flor do Campo faz festa de lançamento de toadas no Clube Mucural O Boi-Bumbá Flor do Campo de Guajará-Mirim promove na noite de hoje, festa de lançamento das toadas que estarão sendo apresentadas durante o 12º Festival Folclórico de Guajará-Mirim que acontece entre os dias 11 e 13 deste mês. Com o tema “25 Anos de Cultura, Lendas e Rituais”, o Flor do Campo, pretende colocar na arena do clube da PM aproximadamente 350 brincantes entre Marujada e personagens como Levantador de Toadas, Cunhã Poranga, Sinhazinha da Fazenda, Amo, Tripa, Pai Francisco e Catirina, Rainha do Folclore e Rainha da Marujada e Pajé. Criado em 1981 pela professora Georgina Ramos da Costa em uma das salas de aula da Escola Estadual Almirante Tamandaré, hoje chamada de Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Almirante Tamandaré, o Boi Flor do Campo foi primeiramente confeccionado com material de sucata, carcaça, cipós, pano, cola, papelão, jornal, cordão, agulhas, etc. Dona Georgina contou ainda com a ajuda, em especial, do professor Ermelo Mito, de dona Maria de Nazaré, da titia Lulu e da professora Valdecy Santos Paes sem esquecer seu Mário que é o seu esposo. Na época o Boi era malhado de branco e preto e tinha o apelido de “Famosinho”. O nome Flor do Campo veio do Pará, Estado natal de sua criadora, que é natural de Itaituba, sendo, hoje, as cores oficiais: o vermelho e o branco. A festa de hoje acontece no Mucural, clube dos Sargentos da 6ª Brigada. O ingresso custa apenas 5 reais. Nação Corre Campo no Arraial de São Tiago O Boi-Bumbá Nação Corre Campo, campeão da 25ª Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás do Arraial Flor do Maracujá é a grande atração de hoje a noite, na 12ª Mostra de Folclore e Cultura Popular do Arraial de São Tiago. De acordo com a presidente da Nação Corre Campo, Maria José Brandão, a dona Branca, em conversa com nossa reportagem disse que o Bumbá deve se apresentar com duas de suas melhores tribos, além dos personagens como Cunhã Poranga, Sinhazinha da Fazenda, Rainha do Folclore e os Mascarados e o Bicho Folharal. “Infelizmente não dá para levar as alegorias que apresentamos no Flor do Maracujá”. Além do Corre Campo, a coordenação do evento coloca na quadra os grupos da 3ª Idade do Sesc; Dança de Vaneirão; Dança Infantil Ciranda do Amor; Dança de Forró; Dança Mistura de Ritimu’s; Dança gaúcha com o CTG Ronda Crioula. No final da noite o show é com a Banda Gatinha Dengosa. Amanhã, domingo a programação conta com apresentações dos grupos, Coreografia de Dança Cigana; Quadrilha Os Matutos da Sagrada; Dança de reggae; Raça Jamaicana; Dança de toada de Boi “Recanto da Mata”; Dança de Carimbó “Pérolas do Pará”. O show é com a Banda Paraíso. A Igreja de São Tiago fica na rua Amador dos Reis bairro JK-I na Zona Leste de Porto Velho. Lenha na Fogueira Antes mesmo de fazer qualquer comentário sobe os eventos culturais desse final de semana. ******* Passamos a atender, solicitação dos grupos folclóricos que se apresentaram no Arraial Flor do Candeias. ****** Acontece que a prefeitura de Candeias do Jamari acertou com os dirigentes dos grupos que aceitaram participar da festa. ****** Que cada grupo receberia em torno de 500 reais como ajuda de custo. ****** O Arraial Flor do Candeias aconteceu entre os dias 29 de junho e 2 de julho. ****** Isso quer dizer que já se passaram mais de um mês do término da festa. ****** E até ontem à tarde, a prefeitura de Candeias do Jamari ainda não havia repassado nenhum tostão aos grupos. ****** Tem dirigentes de grupo de Quadrilha que está “urrando”, já que estão devendo os músicos da Banda. ****** Ai Pernambuco, vamos sanar a dívida com os grupos folclóricos. ****** Bom! ****** O Arraiá do Areá terminou domingo passado e premiou como campeã a Quadrilha Rosa de Ouro. ****** Adivinha quem ficou com o terceiro lugar. ****** Foi ela mesma, a Rosa Divina. ****** Adivinha quem ficou com o segundo lugar? ****** Foi ela, Rádio Farol. ****** Inclusive, a turma tá chamando grupo do Severino de Vasco da Gama ****** Só ganha o VICE ****** A JUABP dessa vez ficou em 4º Lugar. ****** Por falar em JUABP sua direção chorou, chorou e conseguiu com o secretário Antônio Ocampo ****** Sua participação no Festival Folclórico de Guajará-Mirim. ****** A JUABP vai se apresentar no dia 12, Sábado, juntamente com a Rosa Divina na Quadra da PM, em Guajará ****** Enquanto isso, o Severino só faltou se ajoelhar perante a Tereza Chama, Diretora de Cultura da Prefeitura de Guajará Mirim, durante a Oficina do Sistema Nacional de Cultura que aconteceu até ontem no Aquarius Selva Hotel. ****** Pedindo para ela (Tereza) arranjar uma brecha para sua querida Quadrilha se apresentar durante o Festival. ****** Eu aqui, sugeri ao Severino que solicitasse a apresentação da quadrilha vice-Campeã do Flor do Maracujá e do Arraial da AFA. ****** Domingo dia 13, no intervalo entre a contagem dos votos dos jurados e a divulgação do resultado, que vai proclamar o vencedor do Festival. ****** Acho que é a única brecha! ****** A programação do Festival Folclórico de Guajará-Mirim que já está impressa consta... ****** Sexta-feira, dia 11, apresentação de Grupos Bolivianos e Apresentação do Boi Flor do Campo. ****** Sábado, dia 12, apresentação de 2 grupos de Quadrilhas de Porto Velho (Rosa Divina e JUABP) e apresentação do Bumbá Malhadinho. ******* Domingo, dia 13, apresentação dos Bois Malhadinho e Flor do Campo e divulgação do resultado dos votos dos jurados. ****** Os jurados do Festival de Guajará-Mirim virão de Manaus. ***** Aí é que entra a Quadrilha Rádio Farol. ******* A contagem das notas dos quesitos demora mais de uma hora. ****** E nesse intervalo nada acontece na quadra. ****** Seria ótimo se a Coordenação do Festival colocasse a Rádio farol para se apresentar. ****** Afinal de contas a Rádio Farol proporciona um grande espetáculo. ***** Vejam isso aí, Chicão da Maporé e Ricardinho da Funcetur. ****** Por falar nisso. ****** Hoje o Flor do Campo apresenta suas toadas no Clube dos Sargentos que é conhecido como Mucural. ****** Aliás, a dona Georgina, presidente do Flor do Campo, não soube informar ou não quis informar a Banda que vai animar a festa. ****** A presidente do Boi Vermelho tá meia invocada com o Zekatraca. ****** E daqui a gente apenas imita a Luka, Tô nem aí; Tô nem aí! ****** Diz ela que esse negócio de Banda é com a Solange. ****** Será que ela tá querendo imitar aquele outro presidente que diz que não sabe de nada? ******* De qualquer maneira, vamos para o Mucural prestigiar a festa do vermelho de Guajará Mirim na noite de hoje. ******* O prefeito Dedé de Melo e o Chicão da Maporé devem marcar presença na festa do Boi do Tamandaré



Categoria: Evento
Escrito por zekatraca às 06h13
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Durante o dia de ontem (1), O Ministério da Cultura em parceria com a Fundação Cultural do Município de Porto Velho Iaripuna, realizou no Salão Netuno do Aquarius Selva Hotel, oficina preparatória para o II Seminário de Cultura Popular que acontecxe em Brasília entre os dias 13 e 17 de setembro. O técnico em cultura do MinC G Vítor foi o encarregado pelo desenvolvimento da oficina que reuniu ativistas culturais da capital e do interior de Rondônia. No final da tarde foram selecionados 15 Mestres e 10 participantes que representarão Rondônia no Seminário de Brasilia, ficando na supelcia mais 20 pessoas. "Se o Ministéwrio optar pela viagem de ônibus, todos os 45 tem vaga garantida. Se for de avião apenas os 25 primeiros embarcarão" disse G Vítor.

Pela primeira vez, Rondônia participa do Seminário de Culutra Popular. Ano passado por falta de interesse do secretário de cultura, a época Luiz Carlos Venceslau, o Estado não enviou delegação ao primeiro Seminário. "Desta vez, tomamos todas as providencias no sentido de nos fazermos representar num evento de grande relevância para a nossa cultura e em epsecial para nossos conmhecimentos", disse o presidente da Iaripuna Ariel Argobe.

A  Fundação Iaripuna a partir da seleção dos representantes, passa a coordenar as atividades que prescedem a viagem, para tanto deve realizar reuniões, onde serão encaminhados os temas a serem discuitidos em Brasília.



Escrito por zekatraca às 06h15
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Alo amigos, a partir de agora vamos manter essa página de mensagens divulgando o que está rolando nas artes plásticas, cultura e lazer no estado de Rondônia.

Rondônia um estado formado por brasileiros  de todas as rergiões, dai, ter uma diversidade cultural bastnte acentuada. Por estar localizado na Amazônia, Rondônia goza do privbiolégio de poder exportar sua cultura para o mundo, sem medo de ser repetitivo. Como sou nascido na capital Porto Velho, mas precisamente na localidade de São Carlos um distrito que fica à beira dos rios Madeira e Jamari, pauto minha crônicas sobnre as lendas da Amazônia, ao tempo que sou ferrenho defensor da cultura da nossa gente, do povo do baixo Madeira, apesar de não ter restrições contas a cultura dos povos que vieram ajudar na formação do nosso Estadao. Escrevo diariamente no jornal Diário da Amazônia na página do ZEKATRACA onde temos a coluna LENHA NA FOGUEIRA. CVomo disse no inicio! Amigos, daqui pra frente vamos sempre nos encontrar ness blog para bater um papo sadio. Salve!



Escrito por zekatraca às 19h38
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