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Zekatraca, 20 anos pela nossa cultura

Zekatraca, 20 anos pela nossa cultura

 

 

Voltamos das férias festejando os 20 anos de existência dessa coluna. Tudo começou no Jornal A Tribuna que era dirigido pelo Dr. Rochilmer Melo da Rocha e foi justamente o Dr. Rochilmer quem, me convidou para escrever uma coluna sobre carnaval, isto no final do ano de 1986, o carnaval era o de 1987. Não sei se deu pra entender. Acontece que naquela época, a movimentação nas agremiações carnavalescas começavam a partir do mês de setembro. Bom! O jornal Estadão começou a publicar uma coluna sobre carnaval, assinada por tal de Pierrô (depois ficamos sabendo que o Pierrô era jornalista Vinicius Danin) e para não ficar por baixo, A Tribuna resolveu concorrer com o rival, e me convidou para escrever sobre carnaval, na época eu estava com um programa na Rádio Caiari e como o trabalho na rádio era a noite, não tinha porque não aceitar o convite, só que, de acordo com a idéia do Dr. Rochilmer, teríamos que arranjar um pseudônimo para assinar a dita coluna, pesquisa daqui, pesquisa dali, até que em conversa com meu amigo Manelão (da Vai Quem Quer), ele sugeriu o nome ZEKATRACA. Zekatraca era o nome de um bloco de sujo que a gente colocava na rua, saindo do bar do Casimiro e que havia parado de desfilar pela criação do Bloco do Bode que saia do mesmo local e envolvia os mesmas pessoas. Levei a idéia ao diretor do jornal que aprovou o nome.

No inicio pouca gente sabia quem era que escrevia o Zekatraca, na realidade não mais que umas dez pessoas sabiam quem era o Zekatraca. Por causa desse anonimato muitos fatos que podemos chamar de pitoresco aconteceram. Teve gente que veio reclamar e até “esculhambar” o Zekatraca para a gente sem saber que estava falando com o próprio.

Por motivos que não sei explicar o jornal A Tribuna deixou de circular e então fomos convidados pelo Everton Leone para colocar a coluna no Jornal O Guaporé que tinha como editor o Sergio Pires, do Guaporé fomos para o Estadão e em 1994 o seu Emir Sfair de saudosa memória, nos convidou para ingressar nas fileiras do Diário da Amazônia e aqui estamos até hoje.

Foi aqui no Diário da Amazônia que o Zekatraca passou a ser publicado durante o ano todo, antes, como já disse, era apenas nos meses que antecediam o carnaval até o mês de março um domingo após o carnaval.

Nesse 20 anos, fomos agraciados com vários prêmios, mas, o que mais nos honra é a preferência dos leitores pela nossa coluna.

Agradecemos primeiramente a Deus e depois aos leitores, aos proprietário e diretores da empresa Diário da Amazônia em especial o seu Acir (fã inconteste do Zekatraca), aos colegas, de trabalho, aos meus familiares, aos amigos e mais uma vez, especialmente, aos leitores. Muito obrigado



Escrito por zekatraca às 23h22
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Noel Rosa nas Caixas D´água

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Data: 02.04.2007 - Hora: 22:20

Local: PVH

Noel Rosa nas Caixas D´água Com Gioconda & Sandro Bacellar A noite de sábado passado, foi especial para quem se deslocou até a Praça das Caixas D´água, local escolhido pelos músicos/cantores, Gioconda & Sandro Bacellar para mostrar o trabalho registrado no CD “Pirarublue Canta Noel”, uma homenagem aos 70 anos da morte do poeta da Vila, Noel Rosa. Sandro e Gioconda, são dois rondonienses de Porto Velho que há sete anos, resolveram investir na carreira artística e então partiram para São Paulo onde se estabeleceram de mala cuia e musicalidade na paradisíaca Campos de Jordão. “A História do Noel Rosa começou, quando fomos convidados por um empresário da noite, a participar de um projeto onde cada artista assumia o compromisso de se apresentar cantando ou interpretando as músicas de um grande compositor, muitos cantores da noite foram selecionados e o proprietário da “Casa”, realizou um sorteio para ver quem interpretaria quem, e nós fomos escolhidos para apresentar as músicas do Noel Rosa”, conta Sandro Bacellar. Essa felicidade, tanto para a dupla como para nós simples mortais, aconteceu a três anos numa Casa Noturna da Vila Madalena em São Paulo. Entre tantos talentos e compositores famosos apresentados, o trabalho da dupla portovelhense se destacou tanto, que, o que era para ser uma vez, passou a ser apresentado duas vezes por mês e ainda gerou o CD “Pirarublue Canta Noel”. Para a felicidade de quem mora em Porto Velho, os artistas vieram visitar parentes e aproveitando a estadia, resolveram mostrar para os conterrâneos, as Músicas do CD. Graças à prefeitura de Porto Velho através da Fundação Iaripuna que tem a frente o Julio Yriarte, podemos apreciar um show muito bem produzido, sábado passado na Praça das Caixas D´água. Logo no inicio, uma brisa (para nós caboclos da Amazônia é chuvisco), achou de cair dando a impressão que o show não iria prosseguir, mas realmente foi apenas “chuvisco” e a dupla pode mostrar acompanhada pelos músicos, Lopes (bateria); Bado (violão), Paulo Humberto (Flauta); Aldizio (cavaquinho) e Carlos Guery (teclado), um trabalho de primeira linha como há muito não se apreciava na capital rondoniense. A praça, de repente foi ficando cheia de populares e a cada música os aplausos ecoavam pelo bairro Caiari. O importante, foi que os cantores não subiram ao palco, apenas para cantar as músicas, eles contaram fatos que envolveram a vida (agitada) de Noel Rosa. De Feitiço da Vila a Pastorinhas a viagem passou por clássicos como Conversa de Botequim; Fita Amarela; Com que Roupa, Último Desejo; com destaque para o arranjo do clássico “Feitio de Oração”. A dupla que chegou a Porto Velho no dia 28 de fevereiro aniversário do Sandro, festeja hoje dia 3, o aniversário da Gioconda e amanhã se apresenta na região dos Lagos no Rio de Janeiro. O CD Pirarublue Canta Noel, pode ser adquirido nas lojas de disco de Porto Velho,



Categoria: Evento
Escrito por zekatraca às 23h20
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História de Porto Velho contada pelo Emmanuel

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Data: 02.04.2007 - Hora: 21:17

Local: PVH

História de Porto Velho contada pelo Emmanuel Sexta feira passada, a Casa de Cultura Ivan Marrocos recebeu grande público durante o lançamento do livro “Porto Velho – A cidade erguida nos trilhos da esperança”, escrito pelo professor Emmanuel Gomes e ilustrado pelo artista plástico Joeser Alvarez. A publicação é parte do Projeto da Cortez Editora, que convidou historiadores para contar a história da capital de seus estados. A história de Porto Velho é a nona a ser lançada. Com um texto muito bem elaborado e de fácil compresnsão por parte do público alvo (infanto/juvenil), o livro de Emmanuel encanta os adultos pela riqueza de informações sobre a história da cidade que nasceu, graças à construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Escrito na primeira pessoa, nos passa a intimidade da cidade, contada por ela mesma. “Eu nasci na beira do Rio Madeira, ao redor de uma ferrovia construída no meio da floresta amazônica”. A festa contou com apresentações artísticas com show de cantores e dança do ventre. O evento foi prestigiado pelo Editor Amir Piedade da Cortez Editora e teve como produtores, os proprietários da Loja do Livro. Porto Velho, na página final conta: “Hoje sou a capital do Norte do Brasil que mais se desenvolve, tenho mais de 450 mil habitantes, um porto de muitos sonhos, aventuras e esperanças, pessoas acolhedoras e paisagens lindas: o pôr-do-sol nos mirantes, a Madeira Mamoré, a Praça das Caixas D´água, o rio Madeira. Fico feliz com a minha trajetória, pois fui forjada na luta de gente de todos os lugares do Brasil e do mundo, lutadores que vencem problemas terríveis. Hoje sou Porto Velho, o mais belo porto da Amazônia”.



Categoria: Evento
Escrito por zekatraca às 23h18
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